sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012 galera!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Por falar em futuro, você sabe qual será a causa da sua morte?

Esse aplicativo te conta.

Basta curtir a página e compartilhar o resultado no seu mural do Facebook. Além da causa, ele te conta o ano em que você vai morrer.

Mas podem ficar tranquilos, claro que tudo não passa de uma brincadeira, e as causas das mortes na maioria das vezes, é algum motivo bizarro.

Eu já fiz o meu.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011 no rock

Fim do ano é época de rever os melhores os momentos na expectativa se superá-los em 2012. Como não poderia ser diferente, nós também fizemos uma retrospectiva para lembrar o que de melhor aconteceu por aqui nesse ano.

Os shows no Brasil
Em relação à última década, esse ano foi privilegiado para os brasileiros fãs de rock. Bandas que há tempos não vinham para cá desembarcaram por aqui em turnês ou para participar de festivais como Rock in Rio, SWU, Planeta Terra e outros.

Abaixo, breve retrospectiva sobre os eventos que aconteceram no país em 2011.

Pearl Jam
"Vamos sentir saudades do Brasil e prometemos voltar logo". Foi assim que Eddie Vedder se despediu do país, depois da última apresentação do Pearl Jam na turnê “PJ20”, em Porto Alegre. Sem dúvida alguma esse é um forte concorrente ao melhor show do ano, para o Da Morte ao Mito. Veja cobertura aqui.


Ringo Starr
Em sua primeira visita ao país, o ex-baterista dos Beatles se apresentou com sua All Starr Band em São Paulo, no Rio, em Belo Horizonte, em Brasília, e se despediu dos palcos brasileiros em Recife.

SWU
As bandas Faith no More, Stone Temple Pilots, Alice in Chains, Megadeth, Sonic Youth e várias outras agitaram o festival SWU, em Paulínia (SP) e reviveram grandes clássicos junto aos fãs.

Rock in rio
Outros grandes nomes como Metallica, System of a down,  Guns n’ roses, Red Hot Chili Peppers, Motorhead, Slipknot, dentre outras também compuseram o cenário do rock de 2011 para o Brasil, no tradicional Rock in Rio (que há tempos não acontecia na sua cidade natal).

Planeta Terra
O festival que trouxe ao Brasil mais de 11 horas de show contou com a participação de Strokes, Groove Armada e Interpol, que se misturaram a novas apostas, como Toro y Moi, White Lies e Bombay Bicycle Club e outros.

--

Quem morreu?
Em março desse ano, o ex-baixista do Alice in Chains, Mike Starr foi encontrado morto – sem causas reveladas. Em abril foi a vez do ex-baterista do Manowar, Scott Columbus.
Amy Winehouse entrou para o clube dos 27. A "musa" depois de muito "tentar se estragar" deixou de ser ídolo para tornar-se mito, coincidentemente aos 27 anos, como vários outros ícones da música.
E você, o que espera para 2012?

sábado, 17 de dezembro de 2011

O rock dos nossos tempos

A inovação que soa como música para seus ouvidos

Inovação é a bola da vez. Previsões para o futuro da música nunca deram certo, entretanto, as formas de acesso a ela estão cada vez mais surpreendentes. O mundo dos games deu “start” no quesito interatividade e fez do jogador, reprodutor de grandes clássicos do rock n’ roll. Depois das inúmeras versões do Guitar Hero e dos kinects, chega a vez do Rocksmith.

Enquanto o principal objetivo de Guitar Hero e Rock Band era divertir em instrumentos que simulavam guitarras de verdade, em Rocksmith  o foco é tornar o jogador um verdadeiro musico. O diferencial é que o jogo coloca o jogador em um modo chamado de Journey, em que o objetivo é evoluir de músico iniciante a um guitarrista de verdade. Rocksmith conta com diversos vídeos que mostram posições para notas, técnicas de deslizar pelas cordas, entre outras dicas essenciais para aqueles que querem se aperfeiçoar com o instrumento.

Mas os games não são os únicos detentores das novidades tecnológicas. A Nasa (isso mesmo, a agência espacial americana) estreou na última semana sua rádio online (Third Rock), um espaço dedicado aos fãs de rock e tecnologia. O nome é um trocadilho com o gênero musical e a posição da Terra, o terceiro planeta em relação ao Sol, ou terceira rocha (third rock, em inglês).

E as novidades não param por aí. Já imaginou ser avisado em seu tablet ou celular sobre quando a sua banda favorita for fazer shows perto de você? Isso já é possível com o Gigbeat, um aplicativo para quem curte música e shows. O app lê sua biblioteca musical (e oferece suporte para Songkick e Last.fm) e acompanha os artistas que você gosta.

E então, é possível não render-se às tecnologias? São as novas formas de valorizar o bom e velho rock com a praticidade nunca antes imaginada por muitos músicos compositores de grandes clássicos.

Delicie-se.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

E você, já bebeu a Motörhead Vödka?

O Motörhead lançou essa semana a sua própria linha de vodca. A bebida, que leva no rótulo o nome da banda - Motörhead Vödka - é produzida em uma pequena cidade da Suécia e, por enquanto, ainda não é comercializada no Brasil.

A bebida rocker tem 700 ml, 40% de teor alcoólico e custa cerca de U$ 60 dólares. Para os curiosos e fãs da banda que não vão conseguir esperar para apreciar a Motörhead Vödka, já podem comprá-la por aqui.

Antes da batizada vodca, eles já haviam colocado no mercado uma edição de especial de um vinho Shiraz australiano.

Aprecie!

sábado, 10 de dezembro de 2011

Frases marcantes do rock n' roll

Não há nada que lembre mais um momento ou alguma personalidade do que uma frase. Para ser impactante e ser lembrada, ela precisa fazer a diferença e dizer principalmente, sobre um benefício em comum para a sociedade ou uma comunidade específica que adora ou idolatra determinada pessoa, segmento ou estilo de vida.

Abaixo, algumas frases que fizeram "a diferença" e cultuaram seus autores, como grandes pensadores do rock.

"Nós gostamos de rock e somos loucos. Eles fazem besteiras e são normais. Que vivam os loucos de boa cabeça e pela metamorfose da vida se tornem 'malucos beleza'". 
Cazuza

"O que não nos mata só nos faz mais fortes".
Slipknot em entrevista

"Eu não serei um astro do rock. Serei uma lenda"
Freddie Mercury


"Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí".
John Lennon

"Eu curtia a minha vida quando não tinha nada... e meio que gosto da ideia de simplesmente estar bem comigo mesmo". 
Joey Ramone

“Bem, eu realmente aprendi algumas coisas e uma delas é que a felicidade não tem nada a ver com a aprovação das outras pessoas. O que é realmente importante é estar feliz com você mesmo, encontrar alguém que é importante para você e seguir adiante sem ligar para que os outros falam".
Kurt Cobain

"As guerras revelam tamanha estupidez humana, que somente encontram lógica, nas palavras históricas dos vencedores que a escrevem, porque os motivos são sempre fragilmente fúteis e as conseqüências severamente funestas à vida".
Eddie Vedder

"Enquanto houverem garotos chateados o heavy metal continuará existindo". 
Ozzy Osbourne

Tem uma frase bacana para compartilhar? Envie por comentário aqui ou via Twitter (@damorteaomito).

domingo, 27 de novembro de 2011

Um brinde ao seu gosto musical

Você já conhece a Drinkify? A sensação lançada há pouco tempo traz uma combinação do seu gosto musical   com uma determinada bebida. O divertido site foi criado durante o evento Music Hack Day 2011, em Boston, EUA.

Se você está afim de escutar o disco novo da sua banda favorita, por exemplo, basta digitar o nome da banda que o Drinkify sugere uma bebida bastante sugestiva, que pode incluir até ovos, LSD e conhaque.

A novidade não para por aí. O Drinkify é ligado ao serviço Last.fm, ou seja, você pode encontrar praticamente todos os artistas imagináveis por lá.

Para quem ainda não experimentou, recomendamos!

domingo, 20 de novembro de 2011

O compartilhamento em tempo (i)real

É quase inacreditável a rapidez do compartilhamento de eventos por usuários conectados às redes sociais via celulares e aparelhos móveis. Quando se fala em shows então, os mais fanáticos correm para pegar os primeiros lugares mais pertos do palco para ficarem cara a cara com os ídolos, certo? Errado. Eles querem ficar perto para compartilhar com mais qualidade, imagens e vídeos do show para seus amigos das redes sociais acompanharem em tempo real o evento.


Ao se apagarem as luzes do palco, ascendem-se as dos celulares e câmeras digitais. O assunto foi pauta do festival de música SWU, que reuniu artistas nacionais e internacionais em Paulínia (SP), dos dias 12 a 14 de novembro e mais de 100 mil compartilhamentos nas redes sociais enquanto acontecia o evento.

E por que precisamos pensar nisso? Parece lindo ver tantos usuários compartilhando uma informação de um mesmo evento, todos em sincronia, produzindo conteúdo de qualidade por si só, que sem dúvida alguma rende credibilidade aos organizadores. Entretanto, a velocidade inimaginável das mensagens pode salvar ou afundar uma campanha. Ao mesmo tempo em que podem compartilhar o sucesso ou satisfação de assistir um show ao vivo eles podem criticar o som, falar mal da organização e compartilhar a insatisfação com questões como falta de água, atraso da banda etc.

Portanto, a preocupação do “fazer bem feito” vai muito além da obrigação dos organizadores. Os olhares precisam ser voltados também, para o que está sendo reproduzido nas redes sociais. A produção não termina mais quando o evento começa. Pelo contrário, ele começa a ser produzido a partir das impressões dos usuários. Parece óbvio, mas tem muita gente que ainda não se preocupa com esse detalhe que talvez seja tão importante quanto fazer um evento perfeito. Afinal, o que as pessoas estão dizendo podem gerar um buzz com impacto muito maior do que o evento está prometendo ser.
 
Pensem nisso, publicitários de campanhas de eventos!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

"Vamos sentir saudades do Brasil e prometemos voltar logo", diz Eddie Vedder em show de despedida no país

Com apresentação de aproximadamente 2h40, a banda norte-americana deixa o país ansioso por nova apresentação

Terminou na última na sexta (11.11.11), a turnê da banda Pearl Jam pelo Brasil. Depois de passar por São Paulo (3 e 4/11), Rio de Janeiro (6/11) e Curitiba (9/11), a cidade de Porto Alegre teve a honra de despedir-se de Eddie Vedder e companhia em uma apresentação histórica, recheada de hits, enfeitada pela lua cheia atrás do palco e animada pelo entusiasmo e respeito do frontman, que fez questão de "ler" tudo em português, quando queria se comunicar com o público.
Foto: Rafael Oliveira
A bateria de shows faz parte da turnê Twenty, que celebra os 20 anos do álbum do Ten (ícone do grunge nos anos de 1990). Na última apresentação do Pearl Jam no Brasil, além das clássicas "Black", "Jeremy" e "Alive", o público pode conferir com exclusividade, as canções "Oceans" e "Crazy Mary", que não foram apresentadas em outros shows.

Entretanto, não a novidade não foi variar o setlist, para privilegiar os fãs que viajaram com a banda durante as 5 apresentações. No dia 11.11, a esposa de Eddie Vedder fez aniversário, e carinhosamente, o vocalista do Pearl Jam pediu para que o público cantasse em português, parabéns para amada. Enquanto isso, ele gravava a homenagem e abria uma garrafa de champagne, que dividiu em seguida, com a plateia.

Outro destaque da turnê foi a participação de Eddie Vedder nos shows da banda de abertura "X". Aclamado pela "humildade", o vocalista ainda fez mais. Durante o show, parabenizou a banda pelos 34 anos de carreira.

O respeito e cuidado com os fãs foi outra máxima das apresentações. Eddie valorizou as crianças, pediu para que o público respeitasse o espaço em que elas estavam, e em Porto Alegre, ainda convidou o garoto (sortudo) Victor, para subir ao palco e assistir ao show com mais conforto. "Você já ficou muito tempo aí embaixo", disse. O garoto ainda fechou a apresentação com banda, levando o "brinde", do setlist.

A boa notícia veio logo no meio do show. Depois de dizer que o Brasil tem o melhor público do mundo, Eddie afirmou que vão sentir saudades do país e que prometem voltar logo. Agora é esperar para que seja breve! =)
Foto: Rafael Oliveira 
Foto: Rafael Oliveira
Setlist Porto Alegre

01. Why Go
02. Do the Evolution
03. Severed Hand
04. Corduroy
05. Got Some
06. Low Light
07. Given to Fly
08. Eldery Woman Behind the Counter in a Small Town
09. Even Flow
10. Unthought Known
11. Present Tense
12. Daughter
13. 1/2 Full
14. Wishlist
15. Rats
16. State of Love and Trust
17. Black
18. Just Breathe
19. Oceans
20. Comatose
21. Light Years
22. I Believe in Miracles (Ramones)
23. The Fixer
24. Rearviewmirror
25. Last Kiss
26. Better Man
27. Crazy Mary
28. Jeremy
29. Alive
30. Rockin’ in the Free World (Neil Young)
31. Indifference
32. Yellow Ledbetter

sábado, 12 de novembro de 2011

O Da Morte ao Mito está no show do Pearl Jam

Acompanhamos o último show do Pearl Jam, no estádio do Zequinha, em Porto Alegre, ontem (11/11).

Quer saber como foi?

Vamos fazer um resumão pra vocês da passagem da banda pelo Brasil. Em breve fotos e novidades.

=)

sábado, 5 de novembro de 2011

O que o Red Hot Chili Peppers tem a ver com o cinema alemão?

Se você já assistiu o clipe Otherside, sem dúvida já viu os marcantes traços do cinema europeu. Dirigido por  Jonathan Dayton e Valerie Faris, o clipe em preto e branco/monocromia é semelhante ao estilo gótico de O gabinete do doutor Caligari de Robert Wiene, todo influenciado pelo expressionismo alemão.

O clipe foi lançado em 2000 e ilustra a 4ª faixa do álbum clássico do grupo, Californication.

Red Hot Chili Peppers - Otherside por T_Thunder no Videolog.tv.

Durante a década de 1920, o cinema na Alemanha se destacou em um movimento vanguardista que ficou conhecido como Expressionismo Alemão. Foi quando, influenciado pelas correntes artísticas da época, começou-se a pensar na direção de arte dos filmes. Os cenários e figurinos de fato faziam parte da narrativa, não apenas como objetos em segundo-plano, como no famoso O Gabinete do Dr. Caligari (1920).

O visual do clipe lembra bastante Caligari e a referência visual ao Expressionismo é explícita, embora traga elementos das outras vanguardas, como o Surrealismo e o Cubismo. A escada sem fim mostrada no clipe e a desproporção de elementos comuns como fio de alta tensão gigante e asa/boca voadora, reforçam essa tendência.

O roteiro revela a saga do protagonista pelos cenários cinzentos de seu sonho, enquanto os músicos da banda – todos vestidos de preto – estão isolados um do outro tocando seus instrumentos improvisados.

A novidade não é a música apropriar-se da arte do cinema, mas um álbum totalmente hollywoodiano valorizar o cinema europeu com traços especificamente demarcados. Vindo dos Red Hot Chili Peppers, a qualidade musical e visual é praticamente inquestionável.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Música ajuda a combater a depressão?

A revista Psique desse mês publicou um dossiê sobre o papel da música no combate a depressão e outros males da saúde mental. De acordo com a revista, a neurociência já comprovou que certas zonas cerebrais são ativadas quando estamos ouvindo música. "Estudos comprovam que a música é capaz de reduzir a ansiedade ao aumentar a incidência de ondas alfa no cérebro, refletindo positivamente no sistema cardiovacular do indivíduo, que ainda pode se beneficiar dela no combate a depressão", afirma a reportagem "O som que da sentido", pagina 37, revista Psique.

As preferências musicais tem muito a dizer sobre a personalidade de cada um. Ao mesmo tempo em que é encarada como diversão, ela pode ser um meio de socialização. O trajeto que a música percorre para chegar ao cérebro é diferente do caminho utilizado pela fala. No caso da musicalidade, o hemisfério esquerdo ativa o direito, responsável pelas nuances afetivas e emocionais.


Musicoterapia
Males do mundo moderno como estresse, depressão, fobias, ansiedade e outros problemas de fundo emocional perdem a força na modalidade de terapia cujo instrumento de trabalho é a música. Os pacientes passam por uma entrevista, o terapeuta avalia e o tratamento é definido usando repertórios musicais definidos para cada pessoa.

Heavy Metal conduz tendência a depressão?

Um estudo realizado pela Universidade de Melbourne, na Austrália, afirma que adolescentes que ouvem heavy metal são mais suscetíveis à depressão e outras distúrbios mentais, segundo o site Music Radar.
Katrina McFerran, a médica responsável pela pesquisa, examinou os efeitos de diferentes estilos musicais em 50 jovens entre 13 e 18 anos, além de um questionário com outras mil pessoas. Ela concluiu que canções de bandas metaleiras são usadas de "maneira negativa".

Leia mais sobre esse assunto aqui.


E você, concorda com isso?
Nós acreditamos no rock e no heavy metal como fatores elementares na Musicoterapia!

E para você, qual música não faltaria na sua terapia?

Quer saber mais sobre o assunto? O Da Morte ao Mito recomenda os livros apontados pela revista Psique:

A mente musical: a psicologia cognitiva da música
Alucinações musicas: relato sobre música e o cérebro



sábado, 22 de outubro de 2011

Em nome do rock n' roll

Para quem já se casou ou pensa em casar, sem dúvida espera ter um dia inesquecível ao lado da pessoa amada. E quando a música é responsável pela união? Quando o noivo ou a noiva são músicos, quando você encontra o amor da sua vida na fila de um show ou simplesmente os fins de semana que o casal passam juntos ouvindo uma boa música. A união desses casais e outros apreciadores da boa música merece uma cerimônia em grande estilo, não acham?

Que tal um vestido de noiva bastante ousado?



E um bolo de festa estilo rock n' roll?


E se a entrada da noiva fosse ainda mais rock n' roll, com uma marcha pesada para inspirar o casal? O Guns n' Roses tentou mostrar isso no clipe de November Rain:



E aí, já tem inspiração suficiente para seu casamento? Agora peça a mão da moça em grande estilo, como fez o rapaz do vídeo abaixo:

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A influência do rock na adolescência

Por que somos fãs? Por que o rock é influente principalmente na fase da adolescência? A história do estilo explica esse fato! O Ivan Lucas Mendes, o Maikon Douglas Cavalheiro e a Rozineia Bernardo explicaram isso muito bem no vídeo: Influência do Rock na Adolescência.



Gostou? Curte aí!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

15 anos sem Renato Russo

Nossa singela homenagem ao mito do rock brasileiro.

Renato Russo - Rio de Janeiro, 27 de março de 1960 – Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1996
"Se o mundo é mesmo parecido com o que vejo, prefiro acreditar no mundo do meu jeito"

sábado, 8 de outubro de 2011

Steve Jobs era rock’n'roll


De acordo com o site Death And Taxes Mag, Jobs era basicamente um homem do rock’n'roll. De acordo com lista levantada no site,  o ex-CEO praticamente só ouvia rock. 
A lista foi compilada a partir de álbuns que apareceram por alguns segundos durante uma apresentação que Steve Jobs fez do recurso Ping, do iTunes. Na tela, os álbuns foram mostrados dentro de um perfil pessoal de Jobs.
Na seleção, clássicos do rock como Bob Dylan, John Lennon, Rolling Stones, folk como Peter, Paul & Mary e jazz como Miles Davis.



Veja completa dos dez álbuns favoritos de Steve Jobs:
1. Bob Dylan – Highway 61 Revisited
2. Cat Stevens - Tea for the Tillerman
3. The Grateful Dead - American Beauty
4. Glenn Gould - Bach: The Goldberg Variations
5. Jackson Browne - Late for the Sky
6. John Lennon - Imagine
7. Miles Davis - Kind of Blue
8. Peter, Paul and Mary – Around the Campfire
9. The Rolling Stones – Some Girls
10. The Who - Who’s Next
Em contrapartida, ídolos do rock prestaram homenagens ao gênio da tecnologia que faleceu na última quarta (05/10). 
Mick Jagger, vocalista dos Rolling Stones, foi um dos primeiros a falar sobre Jobs no Twitter, o cantor postou: “Jobs RIP Steve”. Já o líder do Nine Inch Nails, Trent Reznor, escreveu em sua página na rede social: “Obrigado por todas as ferramentas, pela inspiração e possibilidades... Já sinto sua falta, Steve”.
A banda Blink-182 também se manifestou e escreveu: “Jobs RIP Steve, muito obrigada por tudo que você fez no mundo da música e também no mundo”. Jared Leto, vocalista do grupo 30 Seconds To Mars, sugeriu via Twitter: “Poderíamos desligar nossos celulares e computadores durante uma hora para homenageá-lo por todas as suas contribuições”.
Já os músicos do Guns 'N Roses escreveram: “Quando alguém diz que as pessoas não serão lembradas por suas posses e sim pelo o que fizeram em vida – elas estão, sem dúvidas, falando de seres como Jobs”. Fred Durst, vocalista do Limp Bizkit, também prestou seus pêsames com uma simples declaração: “Jobs RIP Steve, um verdadeiro visionário".
Nikki Sixx, baixista do Motley Crue, fez uma interessante comparação: “Steve foi para nós o que Thomas Edison foi para a sociedade no início do século 20. Você fez do mundo um lugar muito melhor”.

domingo, 2 de outubro de 2011

Seria o público responsável pelo pop do rock?

Em ritmo de rock in rio, muita gente deve estar se perguntando: "por que os eventos de rock precisam ser pop's"? Será audiência? Será o fenômeno da globalização? Será que é marketing? Um evento de rock não sustenta-se mais na sua essência? Será que ainda temos bandas de rock para compor o maior evento do mundo? A geração Y é eclética musicalmente falando?

Muita gente que deixou de ir ao rock in rio 2011 se fez essas perguntas pelo menos alguma vez antes de decidir se iria ao evento pela banda X. O mix de estilos (pop, axé, rock, heavy e outros) agrada uns enquanto desagrada a maioria. Bandas novas já sofrem desse mal no Brasil, por não encontrarem espaço (nem público) para irem aos seus shows.

É ótimo saber da democratização do acesso a informação, mas temos que analisar até que ponto o bom som não torna-se banal. Já paramos para pensar de quem é culpa dos eventos de rock não serem rentáveis? Gostamos, mas não valorizamos o suficiente, enquanto a música "comercial" ganha o mundo.
Nos últimos anos tenho visto várias bandas cancelarem shows na nossa terra por falta de público. Assistimos bandas com pouco potencial crescerem assustadoramente e o que fazemos? Criticamos! Por que não valorizamos o que é bom? Vamos nos conformar em ser a minoria rebelde sempre? Vejam o exemplo dos estilos punk, heavy e grunge, que ganharam o mundo em suas épocas. Por que isso não é mais possível? Na era em que a interação e o público é o principal formador de opinião, estamos cada vez mais passivos.

Ei Brasil, vamos valorizar a boa música! Criticar não é mudar, pelo contrário. É de crítica que muita banda fraca ganha popularidade.

Daí eu pergunto: até que ponto é culpa dos organizadores? Será que nós (o público) não incentivamos a rentabilidade pop? Alguém aí apoia novas bandas como deveria? Pensem nisso...

sábado, 24 de setembro de 2011

Nevermind completa 20 anos e ganha site com clipe interativo de belorizontinos

Há vinte anos, no dia 24 de setembro de 1991, era lançado o álbum Nevermind da banda americana Nirvana. Ainda fruto do final da década de 1980, Nevermind seria mais um disco de rock independente numa época assolada por Michael Jackson, boy’s bands e cabeludos do heavy metal. Porém, o disco quebrou o mainstream, tirou Michael Jackson do topo das paradas e transformou o grunge melancólico e a cidade de Seattle no centro do mundo.

Desde o seu lançamento, Nevermind já vendeu mais de 30 milhões de cópias. Recentemente, o jornal inglês The Guardian citou o disco como um dos eventos mais importantes da história do rock.

Para comemorar a data, a agência de comunicação digital de Belo Horizonte 3Bits lançou um site em realidade aumentada onde os fãs do álbum podem desfrutar de um clipe interativo inédito, preparado especialmente para a data. A novidade não para por aí. No clipe existe uma premiação para a banda que melhor utiliza os meios digitais. “Ficamos imaginando algo que mesclasse tecnologia e boas ideias.  O clipe em realidade aumentada funciona como um mixer de áudio”, define a agência.

O clipe demorou quase um ano para ficar pronto e surgiu do 3bits Lab, um espaço onde os criativos da agência desenvolvem ideias diferenciadas que são inspiradas por uma paixão.

Fica a dica para quem é fã de Nirvana. Para você que já tinha esgotado todas as possíveis homenagens ao histórico álbum, pode explorá-lo de uma forma (ainda mais) criativa. Afinal, mito que é mito não comemora 20 anos pós morte, mas 20 anos de um eterno renascimento.


domingo, 18 de setembro de 2011

Capas de CD estranhas: o que está por trás dessas imagens?

No último texto falamos sobre a psicologia do rock e o poder de influência das músicas sobre a respostas nas emoções humanas. E as capas de CD? O que será que os artistas querem representar quando escolhem imagens estranhas, subjetivas e abstratas? Será que tem a ver com a música ou com alguma inquietação interior deles? Ou será que é só uma "viagem" artística?

Abaixo, uma lista de álbuns que trazem imagens um tanto quanto inusitadas e algumas possíveis análises feitas no ano de lançamento desses álbuns:

Incesticide é uma compilação da banda Nirvana, lançado em 1992. Contém raridades e b-sides que foram gravadas entre os anos de 1988 e 1991. O álbum foi lançado também para satisfazer a ânsia de material novo do Nirvana, depois do lançamento de Nevermind (já que o próximo álbum - In Utero - demoraria a sair). A capa é uma pintura de Kurt Cobain. O patinho (de borracha) da contracapa também pertence ao cantor. Algumas cópias estrangeiras do álbum contêm um escrito de Kurt Cobain (uma espécie de texto para divulgação), no qual conta sobre a satisfação de se poder obter músicas difíceis de uma banda que se gosta, dando como exemplo sua própria busca pelo 1º álbum da banda Raincoats. Cobain ainda desabafa sobre sua então situação em relação ao sucesso, entre outras coisas.

Diary of a Madman é o segundo álbum de estúdio a solo do cantor inglês Ozzy Osbourne. Embora seja estranha, a capa desse álbum não traz nenhuma novidade ou "bizarrice" (em se tratando de Osbourne). Nessa época, o cantor era bastante conhecido por sua imagem diabólica. Portanto, nada mais comum do que uma capa estranha. 

Sticky Fingers é o nono álbum de estúdio dos Rolling Stones. A obra de arte para Sticky Fingers, que possui um zíper que se abre para revelar um homem em cuecas de algodão foi concebida pelo artista pop americano Andy Warhol, fotografada por Billy Name e projetada por John Pasche. A capa, uma foto da virilha do modelo Joe Dallesandro vestindo uma de calça jeans apertada, escondendo um pênis supostamente ereto, foi assumida por muitos fãs como sendo uma imagem de Mick Jagger, porém as pessoas realmente envolvidas no momento da sessão de fotos revelaram que vários homens diferentes foram fotografados (Jagger não estava entre eles) e nunca revelaram qual foi usada. Entre os candidatos, Jed Johnson, amante de Warhol, negou-se a lançar sua imagem (ele morreu em 1996, a bordo do voo 800 da TWA), embora seu irmão gêmeo Jay tenha sido uma possibilidade.

Portrait of an American Family é o álbum de estreia do cantor de metal industrial Marilyn Manson, lançado em 1994 e tem Trent Reznor como co-produtor.
Na capa deste trabalho há uma foto de uma paródia a uma família americana feita de massinha. No encarte do disco há fotos da banda, letras das canções e vários dizeres para assustar crianças e chocar as pessoas. Seus singles eram as faixas "Get Your Gunn","Dope Hat" e "Lunchbox" (a canção mais conhecida, fala dos problemas do artista quando criança na escola). Já neste trabalho Manson foi censurado, por causa das letras e de fotos no encarte como uma do artista ainda criança nu segurando uma arma, mas não desistiu e depois lançou Smells Like Children.

Gostou? Semana que vem tem mais! Tem sugestão de capa de cd bizarra? Envia pra gente no @damorteaomito! 

domingo, 11 de setembro de 2011

A psicologia do rock

Qual é o poder de alucinação do rock?


Leia mais no texto a seguir, retirado desse artigo.

Compositores contemporâneos da música rock admitem que suas criações tem um enorme poder. Por exemplo, Frank Zappa escreveu na revista "Life": "As condições de influência da música sobre os sentimentos humanos, são inúmeras e impalpáveis ... os sons barulhentos e a luz brilhante e intermitente, são um meio poderoso de doutrinação."


Slash, o guitarrista líder do grupo "Guns N’ Roses" diz: "Eu percebi, que isto é uma coisa muito séria: a minha música direciona a vida das pessoas, que eu nem conheço ... De fato, é terrível, que eu tenho este enorme poder."


Hal Ziegler, um dos primeiros difusores da música rock, disse ainda nos anos 50: "Eu percebi, que esta música penetra na juventude porque o seu ritmo coincide com os ritmos do organismo deles ... Eles a carregarão no seu organismo para o resto de suas vidas."


Os pais não devem ignorar a enorme influência da música rock sobre seus filhos. É na juventude que se forma todo o sistema de valores do homem. Os psicólogos especialistas em influência da música sobre o homem, já alertaram muito, sobre o perigo da música rock.


O psicólogo John Kappas percebeu, que as pessoas "são muito receptíveis a tudo que foi dito numa canção. E quando os sentidos estão saturados, a música pode evocar no ouvinte agitação ou melancolia. Toda vez que o consciente de uma pessoa fica superlotado, ela passa a aceitar tudo o que lhe foi imputado naquele tempo, porque ela perde a autodefesa. As pessoas podem sair de um concerto, em um estado extremamente sugestionável. A música pode enfraquecer o pensamento e criar bom ou mau humor. Neste estado, as impressões externas são facilmente assimiladas."


A influência de algumas formas de rock-n-roll é tão séria, que em muitos estados dos EUA as leis exigem, que as capas de CD’s e vídeos incluam uma avaliação competente de seu conteúdo. Mais de 19 outros estados estão seriamente discutindo um projeto de lei, que exigirá uma advertência aos consumidores. As sociedades como: National Parent Teacher’s Association, the American Academy of Pediatrics e a US Surgeon General, mostraram-se particularmente preocupadas, com a influência negativa de algumas canções contemporâneas.


E você, sabe mensurar o poder alucinatório do rock na sua vida?

No próximo texto, o Da Morte ao Mito irá analisar algumas capas de discos. Tem sugestões de capas inusitadas? Envie pra gente no @damorteaomito. 

domingo, 4 de setembro de 2011

O Pearl Jam é o Alive do grunge

"Grunge is dead" estampava Kurt Cobain, um dos líderes do movimento, em sua camisa. O estilo ficou tipicamente conhecido por ter nascido e morrido na década de 1990 pelo fato de não ter surgido outros grandes nomes e por seus líderes terem morrido ainda muito jovens, como Cobain (frontman do Nirvana) Layne (Alice in Chains), dentre outros.

Entretanto, no ano em que o álbum que tornou o grunge conhecido mundialmente (Nevermind - não por um acaso, do Nirvana) completa 20 anos, o Pearl Jam de Eddie Vedder prova que não é só de memórias e de "mitos" que sobrevive o estilo.

 O Pearl Jam, banda que está em melhor forma entre os remanescentes de Seattle (com formação quase idêntica desde o início), fará turnê por Rio de Janeiro, São Paulo (dois shows), Curitiba e Porto Alegre. Ten, disco de estreia do Pearl Jam, também completa 20 anos em 2011. Marco do grunge, embalou a geração 1990 com os hits Even flow, Alive, Black e Jeremy.

Pela sua carreira, o Pearl Jam tem promovido amplas causas sociais e políticas, desde sentimentos de pró-escolha até oposição à presidência de George W. Bush. Vedder age como o porta-voz da banda nessas situações. O grupo já promoveu um conjunto de causas, incluindo a conscientização sobre a doença de Crohn — doença esta que afeta o guitarrista Mike McCready —, o monopólio da Ticketmaster, além da proteção ao meio-ambiente e à vida selvagem, dentre outras. O guitarrista Stone Gossard tem sido ativo em diversas causas relacionadas ao meio-ambiente, atuando como defensor da política da banda em relação à neutralidade do carbono, compensando o impacto ambiental da banda: em 2010 a banda anunciou que iria atenuar as emissões de carbono da sua turnê de 2009 em suporte ao álbum Backspacer através de uma doação de 210 mil dólares para a plantação de árvores na área de Puget Sound, em Washington.Vedder tem defendido, por anos, a liberação dos três garotos de West Memphis; Damien Echols, um dos três, compartilha um crédito pela letra de "Army Reserve", de Pearl Jam. Tá bom ou quer mais?

A música que ganhou o mundo nos anos 90 desmembrou-se em projetos sociais e continua ativa em shows. Com tantos anos de estrada, a banda consolida-se como a mantedora do estilo grunge, lança cds, faz turnês e ouso dizer até, que está fazendo remanescer o estilo grunge pelo mundo afora.

O canal VH1 realizou uma reportagem sobre o Pearl Jam e o grunge. Vejam:



Com ingressos quase se esgotando na maioria das bilheterias do Brasil, Eddie Vedder e sua turma provam que a música continua viva e que o estilo dado como morto está longe de acabar.

Pauta sugerida pelo leitor Wellington Lua e o colaborador oficial do Da Morte ao Mito, Rafael Oliveira.

domingo, 28 de agosto de 2011

Pratique a cidadania! Campanha #doeumclássicodorock

E você, já doou um conhecimento musical hoje? O Da Morte ao Mito orgulhosamente promove, a campanha #doeumclássicodorock.


Durante essa semana, use a tag #doeumclássicodorock para fazer com o que seus seguidores tenham a chance de ouvir uma boa música. Divulgue essa ideia e revele-se um cidadão do rock!

Na semana que vem, damos o resultado do clássico mais "doado" no Twitter.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O Kurt Cobain Unplugged já está no quarto do Alef Alves

Agradecemos a participação de todos na promoção que valia um boneco do Kurt Cobain Unplugged, fornecido pela Arte em Miniaturas. Mas o sortudo que faturou o presentão foi o @alef_alves22:


Continuem acompanhando o @damorteaomito! Em breve, mais promoções para vocês.

Veja como foi a promoção "Kurt Cobain Unplegged no meu quarto"

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A morte também é inspiração musical

Veja lista de músicas que inspiraram grandes artistas à homenagear seus amigos/parceiros mortos:

Never Without You - Ringo Starr
O ex-Beatle Ringo Starr compôs o tributo Never Without You em homenagem a seu amigo e ex-parceiro de banda, George Harrison, morto em  29 de novembro de 2001. Dentre os músicos que participaram da gravação figurou o guitarrista Eric Clapton, músico que participou de um triângulo amoroso com George (para quem não lembra, a mulher de Harrison o trocou para ficar com Clapton e mesmo assim eles continuaram sendo amigos). Fato interessante é que na música encontram-se diversas referências à obra de Harrison, não só durante sua permanência nos Beatles, mas também sobre sua carreira-solo.

Side of a Bullet - Nickelback 
Side of a Bullet foi o sétimo single de All the Right Reasons, 5º disco da banda Nickelback. A música é uma homenagem ao guitarrista do Pantera e do Damageplan, Dimebag Darrell, morto a tiros no palco por um fã durante uma apresentação desta banda, em 2004. Darrell recebeu cinco tiros disparados por Nathan Gale e morreu instantaneamente. Outras três pessoas também acabaram falecendo: o segurança Jeff "Mayhem" Thompson, Erin Halk, um funcionário do clube e o fã Nathan Bray, que se encontrava na plateia.  Ao todo 15 pessoas foram atigidas pelos disparos. Apesar de inúmeras bandas terem composto vários canções em tributo a Darrell, com certeza um dos mais conhecidos é Side of a Bullet, do Nickelback.

Jeremy - Pearl Jam 
Sem sombra de dúvidas, Jeremy é uma das canções mais conhecidas do grupo grunge Pearl Jam. O vocalista da banda, Eddie Vedder, transformou uma notícia de jornal no terceiro single do álbum de estreia da banda, lançado em 1991. A notícia em questão tratava da morte do estudante de ensino médio Jeremy Wade Delle, de 15 anos. Jeremy havia cometido suicídio em frente à classe durante uma aula de inglês, em 8 de janeiro de 1991. A música obteve grande notoriedade graças a seu videoclipe impactante, repetidamente exibido na MTV.

Wish You Were Here - Bee Gees
Os britânicos Bee Gees compuseram Wish You Were Here logo após a morte de seu irmão mais novo, o também cantor Andy Gibb, morto em 1988. Prestes a entrar definitivamente no conjunto, Andy acabou falecendo em decorrência de uma miocardite, aos 30 anos. Wish You were Here foi lançada no 22º álbum de estúdio dos Bee Gees, One, daquele mesmo ano.

Last Kiss - Pearl Jam
Last Kiss ganhou reconhecimento mundial ao ser gravada em 1999 pelo grupo Pearl Jam. No entanto, a música não é de autoria de nenhum membro da banda, mas sim de um cantor country norte-americano chamado Wayne Cochran. Last Kiss foi lançada originalmente no ano de 1962 pelo conjunto Wayne Cochran & The C.C. Riders e obteve pequeno sucesso comercial. A música foi escrita em homenagem à estudante Jeanette Clark, morta em 22 de dezembro de 1962, aos 16 anos. Ela e um grupo de amigos se envolveram em um acidente automobilístico - o carro em que estavam bateu de frente em um caminhão - Clark e mais dois amigos morreram na hora. Outros dois ocupantes do veículo escaparam, mas tiveram ferimentos graves.

All Those Years Ago - George Harrison
Em maio de 1981, o ex-beatle George Harrison lançava All Those Years Ago em homenagem ao amigo e ex-companheiro de banda, John Lennon, morto em 8 de dezembro de 1980. A música havia sido feita para ser gravada por Ringo Starr, no entanto, ele a recusou, alegando que as notas da canção eram muito altas, sendo, assim, difícil de ser cantada por ele. All Those Years Ago faz menção a Imagine, do próprio Lennon e a All You Need is Love, dos Beatles. O clipe é composto de imagens de filmes, documentários e videos da banda inglesa.

Leia também: Músicas de funeral

Candle in the Wind  - Elton John
Lançada em 1973, Candle in the Wind é uma canção composta em homenagem a atriz e símbolo sexual Marylin Monroe, morta onze anos antes. Com a melodia de Elton John e a letra do incrível compositor e poeta Bernie Taupin, Candle in the Wind foi lançada pela primeira vez no álbum Goodbye Yellow Brick Road. Diz-se "lançada pela primeira vez" porque Elton John fez do tributo à Marylin Monroe um tributo à Princesa Diana, pela ocasião de sua morte em um acidente automobilístico em agosto de 1997. A versão, composta em apenas um dia sob o nome de "Candle in the Wind 1997" ou ainda "Goodbye England's Rose", foi tocada no funeral da princesa e se tornou single de absoluto sucesso naquele ano.

Tears in Heaven - Eric Clapton
Como muita gente sabe, Tears in Heaven é uma música-tributo, lançada em 1992, que Eric Clapton fez ao seu filho mais novo, Conor. O garoto de quatro anos e meio de idade havia morrido em 20 de março de 1991, ao cair da janela do 53º andar do prédio onde morava com a mãe, em Nova York. A música entrou para a trilha do filme Rush, venceu 3 indicações ao Grammy de 1993 e só não concorreu ao Oscar devido ao fato da música não ter 9 segundos a mais, exigido pela Academia. Há seis anos o cantor não toca mais Tears in Heaven, pelo simples fato da canção ser emocional demais para ser tocada ao vivo.

My Hero - Foo Fighters
O músico Dave Grohl diz que deve tudo a Kurt Cobain, líder do Nirvana que cometeu suicídio em 1994 e seu ex-companheiro de banda. Em entrevista à revista da NME, o cantor e compositor do Foo Fighters disse que precisou "encontrar seu próprio território", mas que acredita "dever tudo a Kurt [Cobain] e Krist [Novoselic]", ambos membros do Nirvana. A música "My Hero" é uma referência ao ex-companheiro de banda de Grohl.

Com informações de Os 10 maiores

domingo, 14 de agosto de 2011

Por que um músico precisaria de registro para exercer profissão?

Por unanimidade, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu no início desse mês que o músico não precisa ter registro em entidade de classe para exercer sua profissão. E porque cargas d'água esse assunto ainda estava na pauta de autoridades brasileiras? É preciso ter registro para exibir a arte? Qual era a ideia de quem previa o contrário? Atrapalhar a criatividade com burocracia?

Os ministros julgaram o caso de um músico de Santa Catarina que foi à Justiça ao alegar que, em seu Estado, ele só poderia atuar profissionalmente se fosse vinculado à Ordem de Músicos do Brasil. Em diversos locais do Brasil, músicos são obrigados a apresentar documento de músico profissional - a "carteirinha de músico" para poder se apresentar.

A decisão vale apenas para o caso específico, mas ficou decidido que os ministros poderão decidir sozinhos pedidos semelhantes que chegarem ao tribunal. Ou seja, se o registro continuar a ser cobrado, será revertido quando chegar no tribunal.

Para a ministra Ellen Gracie, relatora da ação, o registro em entidades só pode ser exigido quando o exercício da profissão sem controle representa um "risco social", "como no caso de médicos, engenheiros ou advogados", afirmou.

O Brasil mais uma vez, mostra como o incentivo à arte é algo fora da pauta do país. Ao invés de se questionar o número mínimo de festivais com bandas independentes que cada região deveria ter, preocupam-se em ter ou não a burocracia para resolver um caso.

O que nos resta é agradecer por essa decisão, que nem deveria ter sido pautada. De qualquer forma, deveríamos vangloriar mitos gringos para nos servir de inspiração para valorizar ídolos nacionais.

Com informações da Folha de São Paulo

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Resultado promoção “Kurt Cobain Unplugged no meu quarto”

E o sortudo que vai levar o boneco exclusivo do Kurt Cobain da www.arteemminiaturas.com.br é:


Agradecemos a participação de todos! 

Em breve, mais promoção para vocês!

domingo, 7 de agosto de 2011

Quem é a cara do rock?

O rock é um ritmo de muitas vertentes, de diferentes bandas e estilos. Porém, se houvesse um álbum de figurinhas, algumas personalidades (vivas ou mortas) inevitavelmente estariam entre as mais conhecidas desse universo.

Abaixo, uma lista das personalidades que para o Da Morte ao Mito são carimbadas:

Ozzy Osbourne: Conhecido por ter a "voz mais característica do rock n' roll", John Michael Osbourne, conhecido como Ozzy Osbourne (Aston, Inglaterra, 3 de dezembro de 1948), é um dos músicos, compositores e vocalistas mais famosos do mundo. Além de ter sido o frontman do Black Sabbath, o ídolo já teve estrela na calçada da fama e até programa na MTV.

O segundo ícone é o lendário Keith Richards, considerado um dos grandes nomes do rock do século XX como integrante e fundador dos The Rolling Stones. O músico estrelou um dos principais álbuns da história, fez ponta no famoso Piratas do Caribe e já tem até biografia mostrando seu lado "irreverente".

Kurt Cobain. O músico que morreu aos 27 anos teve a carreira eternizada no mundo da música como o percussor da geração grunge, que mudou não só o que os jovens ouviam na década de 1990, mas como eles se comportavam. Além de inúmeros filmes e biografias, o músico coleciona uma interminável lista de "raridades" que saem anualmente na mídia, e ilustra os principais livros e revistas que falam sobre os anos de 1990.


Jim Morrison. Coincidentemente na lista dos que "morrem jovens e permanecem eternos", o frontman do The Doors. O mito é protagonista de filmes e biografias sobre sua careira musical, e sua imagem é sempre lembrada quando o assunto é "músicos que fazem falta no mundo".

Neil Young. Com mais de 30 discos lançados com sua autoria, Young participou de gravações de outras importantes bandas, foi considerado como o pai do grunge e continua ativo com letras que contam até mesmo com crítica ao governo norte-americano.

Gene Simmons - Conhecido como "The Demon", Simmons é literalmente a "cara pintada" do rock. Dentre suas melhores composições estão Rock N' Roll All Night, Shout It Out Loud, Calling Dr. Love, Chritine Sixteen, A World Without Heroes, I Love It Loud, War Machine, Unholy, Domino, You Wanted The Best, Russian Roulette, Yes I Know (Nobody's Perfect), entre outros hits.

John Lennon é sem dúvida, a cara do rock! Além de ter feito parte de um dos grupos conhecidos e idolatrados como um dos pioneiros do rock, o músico teve uma morte trágica, ocasionada por um fã obcecado. A imagem dos óculos redondos é a mais vista quando se procura por ídolos do rock.


E para você, quem é a figurinha carimbada do rock?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Coincidências do rock

- Todo mundo tem um tio que coleciona discos do Led Zeppelin;

- O mesmo tio já vestiu como os Beatles e dançou como Elvis.

- Todos tem um amigo que acham Iron Maiden a única banda de heavy da história e sempre tem um argumento que subestima as outras.

- A primeira música a tocar no violão sempre é Come As You Are, do Nirvana.

- A primeira camisa de banda é sempre dos Ramones, Guns N’ Roses, Iron Maiden ou Nirvana.

- Todo mundo já criticou alguma banda como “comercial demais” e sempre comemorou quando sua banda favorita vendeu 1 milhão de discos.

- Não existe grande banda que nunca tenha passado por separações, demissões, processos ou escândalos.

- Todo mundo tem um amigo chato, que enche a cara antes do show da sua vida, só para te dar trabalho.

- Por trás de todo ídolo morto há uma enorme teoria conspiratória dizendo que ele pode estar vivo.

Tuíte uma #coincidênciadorock usando essa hashtag!

domingo, 31 de julho de 2011

As lendárias galerias do rock

O Brasil nunca foi o país com grandes pontos turísticos que remetam à música. Diferente de pubs europeus e norte americanos, em nossa terra não há um local que se diga “aqui é o espaço onde frequentava os principais músicos do país” ou “exatamente nesse palco (fixo) tocaram grandes bandas”. O máximo que temos são fotos e lembranças de festivais - que por sinal foram vários reconhecidos internacionalmente, mas que não dá pra levar nenhum turista.

O que nos resta para não deixar a memória da boa música morrer são as eternas galerias do rock. Se não fossem elas, não teríamos onde visitar locais rock n’ roll a não ser sites na internet.

A mais famosa do país é a galeria do rock de São Paulo


Nela é possível encontrar algum CD clássico que não se encontra em qualquer lugar, camisetas de bandas de rock, coleções de antigos vinis, roupas para frequentar shows e acessórios.

Belo Horizonte também tem o seu ponto certo do rock
A galeria belorizontina é bem menor que a de São Paulo, mas por muitos anos foi conhecida como o point de roqueiros da cidade. Dentre as diversas lojas, encontram-se vários artigos destinados à temática rock n’roll em todas as suas vertentes (punk, gótico, metal, hard rock etc) tais como roupas, acessórios, piercings, tatuagens e especialmente CDs e vinis.

Conhece outro point do rock no Brasil? Compartilhe com a gente!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Promoção “Kurt Cobain Unplugged no meu quarto”

Que tal guardar um dos momentos mais importantes da carreira do líder do Nirvana na sua casa? O Da Morte ao Mito vai sortear um boneco exclusivo do mito, oferecido pela Arte em Miniaturas.


Para participar é simples!

1) Siga o blog Da Morte ao Mito no Twitter;

2) Curta a nossa página no Facebook;

3) Retuíte a mensagem “Quero o boneco exclusivo do Kurt Cobain da www.arteemminiaturas.com.br, que o @damorteaomito está sorteando http://kingo.to/Kzx

A promoção é válida para todo o Brasil! A Arte em Miniaturas entrega em todas as cidades.

O sorteio acontece no dia 10/08/2011 e será anunciado aqui no blog e em nossos canais das Redes Sociais.

Participe!

Você é fã de miniaturas? Conheça a Arte em Miniaturas
Desde 1995, a loja online oferece novidades e raridades em brinquedos para amantes e colecionadores. No site você encontra Ítens retro (anos 80) de várias marcas.

domingo, 24 de julho de 2011

O rock nosso de cada dia

Sugerir playlist é algo bastante delicado. Embora cada um tenha seu gosto particular, uma sugestão de músicas para pautar o dia a dia não é nada mal.

Para começar bem a semana, arrisco em sugestões que podem deixar seus dias com uma pitada ainda mais rock n’ roll.

Para ouvir ao acordar
Levantar cedo não é uma tarefa fácil. Portanto, nada como um som pesado para tirar você da cama e repor as energias rapidamente.

Guns n' Roses - "Welcome to the Jungle"
 AC/DC - "Back in Black"
Led Zeppelin - "Whole Lotta Love"
Black Sabbath - "Paranoid"
Metallica - "Enter Sandman"
The Who - "Won't Get Fooled Again"
Nirvana - "Smells Like Teen Spirit"
Aerosmith - "Walk This Way"
Van Halen - "Running With The Devil"
Motörhead - "Ace Of Spades"

Para manter o humor
Sultans of Swing (Dire Straits)
Logical Song (Supertramp)
Hide in your shell (Supertramp)
Layla (Eric Clapton / Derek and the Dominoes)
Time (Pink Floyd)
Here I Go Again (Whitesnake)
Hurricane (Bob Dylan)
Under the red sky (Bob Dylan)
The Weight (The Band)
The night they drove wixie down (The Band)
My my, hey hey (Neil Young)
Thrasher (Neil Young)
Great Balls of Fire (Jerry Lee Lewis)
Seven Turns (The Alman Brothers Band)
Behind Blue Eyes (The Who)
The House is Rockin´ (Stevie Ray Vaughan)
Show Must Go On (Queen)
It Makes no Difference (The Band)Rock and Roll all nite - Kiss
Creatures of the night - Kiss
Crazy train - Ozzy Osbourne
Bark at the moon - Ozzy Osbourne
One - Metallica
Enter Sandmans - Metallica
Fear of the dark - Iron Maiden

Para fechar o dia
Depois de um dia cheio de tarefas, uma balada vai bem, para acalmar os ânimos.

Stairway to Heaven (Led Zeppelin)
Nothing Else Matters (Metallica)
 Tears Of The Dragon (Bruce Dickinson)
Mistreated (Deep Purple)
Blood Brothers (Iron Maiden
 When a Blind Man Cries (Deep Purple
 November Rain (Guns N' Roses)
Wish you were Here (Pink Floyd)

E você, qual música te faz acordar com bom humor? Qual te faz dormir?

sábado, 23 de julho de 2011

Morre Amy Winehouse - Cantora é a nova integrante do Clube dos 27

A imprensa internacional divulgou hoje, a (tardia) morte da polêmica cantora Amy Winehouse, conhecida por sua voz marcante e por escândalos envolvendo abuso de álcool e drogas. A causa da morte ainda é desconhecida, embora todos suspeitem de overdose.

Querendo ou não, o fato é que a "musa" depois de muito "tentar se estragar" deixou de ser ídolo para tornar-se mito, coincidentemente aos 27 anos, como vários outros ícones da música.

Um dos seus principais hits, "Rehab", falava sobre suas constantes idas às clínicas de reabilitação. A faixa está no álbum "Back to black", de 2006, último lançado pela cantora. Rumores sobre um próximo álbum circulavam há tempos, mas uma das poucas gravações oficiais de Amy a ver a luz no período foi um cover de "It's my party", incluída em um disco do produtor Quincy Jones, lançado no ano passado.

A pergunta que não cala é: o que faz esses artistas tão badalados pela imprensa serem alvos do carma dos 27?

O fato é que se antes de morrer Winehouse já era um mito desejado pela imprensa, agora que conseguiram o grande "furo", os fãs já podem preparar o bolso para os inúmeros livros, filmes, especiais e lançamentos da agora "coitadinha" Amy, a mesma massacrada pelos meios de comunicação dias antes.

Leia mais sobre o Clube dos 27

domingo, 17 de julho de 2011

O rock já é um mito?

"Grunge is dead", 'Punk is dead", "O metal já não é mais o mesmo", "Não se fazem bandas como antigamente"... Quem nunca ouviu/viu uma dessas frases, que atire a primeira pedra. Muitas vezes elas são ditas pelas próprios músicos ou até mesmo pela nova geração apreciadora do bom som. Será que é pessimismo pensar nisso ou é a realidade?

Uma coisa é fato. Antigamente era muito mais fácil agregar seguidores de diferentes estilos, embora não houvesse tantos meios de comunicação. Em contrapartida, os festivais independentes eram muito mais valorizados, e por isso, dali saiam grandes talentos que deram origem a importantes bandas.

Há um paradoxo nessa questão. Quanto mais meios de divulgação, mais bandas surgem e menos pessoas as valorizam, pois não há mais um único foco de atenção. Com menos divulgação, as pessoas iam em shows, compravam álbuns, valorizavam gravadoras, colecionavam materiais de suas bandas favoritas em revistas físicas, livros etc.

Obviamente não dá para dizer que a modernização do acesso à informação foi algo negativo, nem dá pra culpar o público pela queda de qualidade de bandas atuais, mas esse é apenas um dos inúmeros fatores que justificam as frases que abrem esse texto.

Outro ponto que eu prezo e valorizo como justificativa para o famoso "o rock já morreu" é dizer que, as pessoas tendem a gostar do que já acabou, do que não existe mais, e a partir de então, imortalizar os mortos para manter a aura do "pra sempre eterno". De certa maneira, arrisco a dizer que essa também é uma conversa de marketing que funciona muito bem para bandas antigas.

Dá pra comparar bandas antigas com as atuais?
Não. Cada cenário é um, cada época é uma oportunidade e cada ano a indústria cultural do consumo "lança" o que vende mais. Nos anos 1990, Nirvana não era rock para quem é da década de 1980. Em 2000, o rock também foi enterrado pelos mais "antigos".

A verdade é que as pessoas sempre irão valorizar o que elas já passaram, e tendem sempre a criticar o novo, como incomparável ou muito inferior.

Será que não é melhor apoiar novas bandas e acabar com esse papo de que o rock morreu?

Como o rock não vai morrer se não há apoio para o que é novo?

Será que é melhor achar que o rock de fato morreu e viver intensamente a máxima de que tudo que é bom sempre acaba?


Revejam seus conceitos.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Da Morte ao Mito comenta o melhor clipe da história

Essa semana publicamos a lista dos 100 melhores videoclipes da história, segundo a revista inglesa New Musical Expressa. Não por um acaso, o número 1 da lista foi a versão de Johnny Cash para a música composta por Tent Reznor (vocalista da banda Nine Inch Nails.




Quem traz curiosidades e comenta o melhor videoclipe da história é Rafael Oliveira, colaborador efetivo nos bastidores do Da Morte ao Mito:

Ao receber a notícia da regravação de Cash, Reznor mostrou-se lisonjeado, porém afirmou que a idéia poderia não ser muito boa. Mas logo após assistir o video-clipe, Reznor afirmou que a partir daquele momento, a música já não pertencia a ele, mas sim, a Johnny Cash.

O clipe de “Hurt” conquistou um grande destaque na mídia, inclusive recebendo os prêmios de melhor vídeo-clipe no Grammy e no Country Music Awards, ambos em 2003. Também foi marcado não só por ser o último trabalho de Cash, mas também pela forte identificação da letra com a vida do cantor, que passou grande parte de sua carreira com problemas de dependência química. Conforme dito por Johnny Cash numa entrevista: “Essa é a música anti-drogas mais bela que alguém já criou”. Cristão convicto, Johnny alterou o verso original “crown of shit” para “crown of thorns” (coroa de espinhos), fazendo uma analogia a Jesus. O vídeo, dirigido por Mark Romanek, mostra Johhny Cash, bem debilitado fisicamente, e sua esposa June Carter Cash na casa onde o casal viveu por aproximadamente 30 anos. Cash se apresenta de forma bem profunda e triste, e conforme afirmado pelo próprio cantor, era como se a canção fosse feita para ele. A sua única exigência foi de inserir imagens pessoais e de sua carreira, conforme são demonstradas no vídeo, praticamente resumindo o que foi a sua vida.

Meses depois da filmagem do vídeo, June Carter faleceu em 15 de maio de 2003, aos 73 anos, por decorrência de complicações de uma cirurgia no coração. E menos de quatro meses depois, Cash faleceu, aos 71 anos, em decorrência de diabetes.

A casa do casal, que serviu como locação para a filmagem, foi completamente destruída por um incêndio no dia 10 de Abril de 2007 por problemas durante uma reforma, aumentando ainda mais o misticismo do clipe.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

No dia Mundial do Rock, a homenagem é para os mitos imortais

O Da Morte ao Mito homenageia nessa data especial, os ídolos que tornaram-se mitos e deixaram um legado que prova a imortalidade do rock e de suas personalidades.

domingo, 10 de julho de 2011

Os melhores clipes da história

A revista inglesa New Musical Expressa elegeu na última semana, os 100 melhores videoclipes da história. O primeiro lugar ficou com a reinterpretação de "Hurt", do Nine Inch Nails, feita pela lenda do country,  Johnny Cash. O Radiohead abocanhou a segunda posição com "Just", seguido pelo lascivo clipe de "Wicked game", de Chris Isaak. "Black hole sun", do Soundgarden, e "All is full of love", da Bjork, completam o Top 5.

Destaque ainda para "Everlong" do Foo Fighters  e o lendário "Smack my bitch up" do Prodigy.

Confira a lista completa abaixo:

100 Michael Jackson – “Billie Jean”
99 Simian Mobile Disco – “Hustler”
98 Lykke Li – “Get Some”
97 Flaming Lips – “Watching The Planets”
96 Jay-Z – “Big Pimpin’”
95 Blur – “Parklife”
94 Radiohead – “Street Spirit (Fade Out)”
93 Janelle Monae – “Cold War”
92 Rage Against The Machine – “Sleep Now In The Fire”
91 Madonna – “Borderline”
90 Lauryn Hill – “Doo Wop (That Thing)”
89 Human League – “Don’t You Want Me”
88 Peter Gabriel – “Shock The Monkey”
87 Foo Fighters – “Learn To Fly”
86 UNKLE – “Rabbit In Your Headlights”
85 Bright Eyes – “First Day Of My Life”
84 Robyn – “Don’t Fucking Tell Me What To Do”
83 Jane’s Addiction – “Been Caught Stealing”
82 Pendulum – “Salt In The Wound”
81 Ratatat – “Drugs”
80 Summer Camp – “Round The Moon”
79 Sonic Youth – “Teenage Riot”
78 These New Puritans – “Elvis”
77 Aerosmith – “Janie’s Got A Gun”
76 Bjork – “It’s Oh So Quiet”
75 Rilo Kiley – “Silver Lining”
74 Bonnie Tyler – “Total Eclipse Of The Heart”
73 The Strokes – “You Only Live Once”
72 Guns N’ Roses – “Estranged”
71 Eminem – “My Name Is”
70 Queen – “Bohemian Rhapsody”
69 Outkast – “B.O.B.”
68 Klaxtons – “Twin Flames”
67 Daft Punk – “Da Funk”
66 Coldplay – “The Scientist”
65 R.E.M. – “Imitation Of Life”
64 The Pharcyde – “Drop”
63 Tori Amos – “Spark”
62 Bon Jovi – “Always”
61 Missy Elliott – “The Rain (Supa Dupa Fly)
60 Blink-182 – “All The Small Things”
59 The Chemical Brothers – “Let Forever Be”
58 Arcade Fire – “We Used To Wait”
57 The Breeders – “Cannonball”
56 Pearl Jam – “Jeremy”
55 Eurythmics – “Beethoven (I Love To Listen To)”
54 Sinead O’Connor – “Nothing Compares To U”
53 Mark Ronson – “Somebody To Love Me”
52 Smashing Pumpkins – “Tonight, Tonight”
51 Aphex Twin – “Come To Daddy”
50 Nine Inch Nails – “Closer”
49 The Knife – “Pass This On”
48 Kate Bush – “Cloudbusting”
47 Pulp – “This Is Hardcore”
46 Depeche Mode – “Enjoy The Silence”
45 Talking Heads – “Wild Wild Life”
44 Judas Priest – “Breaking The Law”
43 Outkast – “Hey Ya”
42 PJ Harvey – “Down By The Water”
41 Major Lazer – “Pon De Floor”
40 The Replacements – “Bastards Of Young”
39 Radiohead – “Karma Police”
38 The Prodigy – “Firestarter”
37 The White Stripes – “Blue Orchid”
36 Prince – “Raspberry Beret”
35 Kanye West – “Monster”
34 Madonna – “Like A Prayer”
33 The Smiths – “Stop Me If You Think You’ve Heard This One Before”
32 The Verve – “Bittersweet Symphony”
31 NWA – “Straight Outta Compton”
30 The Streets – “Fit But You Know It”
29 The xx – “Islands”
28 Nada Surf – “Popular”
27 Muse – “Knights Of Cydonia”
26 Wax – “California”
25 Metallica – “Turn The Page”
24 My Chemical Romance – “Helena”
23 Smashing Pumpkins – “1979″
22 Nirvana – “Heart Shaped Box”
21 No Doubt – “New”
20 Blur – “Coffee & TV”
19 Hot Chip – “I Feel Better”
18 The Cure – “Close To Me”
17 Lady Gaga (Feat. Beyonce) – “Telephone”
16 Fatboy Slim – “Praise You”
15 OK Go – “This Too Shall Pass”
14 Vampire Weekend – “A-Punk”
13 MIA – “Born Free”
12 The Horrors – “Sheena Is A Parasite”
11 Hole – “Doll Parts”

10 Prodigy - "Smack my bitch up"
9 Sigur Ros - "vidrar vel til loftarasa"
8 Beastie Boys - "Sabotage"
7 Weezer - "Buddy Holly"
6  Foo Fighters - "Everlong"
5 Björk - "All is full of love"
4 Soundgarden - "Black hole sun"

3 Chris Issak - "Wicked game"
2 Radiohead - "Just"
1 Johnny Cash - "Hurt"

domingo, 3 de julho de 2011

Let's mosh!

Segundo definição da Wikipedia, o mosh, também conhecido como moshing ou bate-cabeça consiste no ato de puxar, empurrar e até colidir com outras pessoas em apresentações musicais como modo de entretenimento. Este tipo de ato, que também pode ser considerado uma espécie de dança, é comumente associado à gêneros musicais mais agressivos, como o hardcore punk e o heavy metal.


Já para a desciclopédia do Mosh, ele deve ser praticado quando você vai a um show de metal ou punk ou hardcore. O site ainda dá o passo a passo para quem nunca experimentou o mosh.


Enfim, não há prática mais tradicional que essa em shows de rock. Ela é mundialmente conhecida e amplamente divulgada por músicos quando se jogam na plateia, e por fãs, como modo de expressar a energia da música que ouvem.


Um mosh marcante pra mim é quando Eddie Vedder se joga no público, no clipe de Even Flow. 



E você, qual foi o mosh mais inesquecível que assistiu ou participou? 

domingo, 26 de junho de 2011

Da Morte ao Mito recomenda: O livro dos Mortos do Rock

Próximo de completar minhas 24 primaveras fui presenteada com um livro que tem tudo a ver com o Da Morte ao Mito: o “Livro dos Mortos do Rock”, de autoria de David Comfort.   É a primeira obra a comparar em profundidade as vidas conturbadas e as mortes trágicas dos sete maiores ícones do rock ‘n’ roll: Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morisson, Elvis Presley, John Lennon, Kurt Cobain e Jerry Garcia.

O autor apresenta fatos reveladores e surpreendentes sob um ponto de vista inédito, analisando as ambições e lutas que estes artistas tinham em comum. Carismáticos e talentosos, mas isolados e cheios de conflitos, eles não foram exatamente os ídolos que pensávamos conhecer. Para além de sua genialidade, este livro revela o lado humano e dramático destas sete lendas do rock. Uma jornada frenética ao outro lado da fama. Uma viagem às fantásticas histórias de inquietação e excessos que culminaram em suas mortes prematuras e os elevaram à condição de Imortais.
Ficou com vontade? Dá uma olhada em um pedaço da introdução do livro:
Um motorista de caminhão, uma garçonete de boliche, um zelador, um paraquedista, um poeta sem teto, um professor de guitarra hippie, um estudante de arte sem dinheiro: todos tiveram origens modestas. Mas os “Sete Imortais” ou os “Sete” estavam destinados a se tornar os pioneiros do rock moderno – ícones culturais, apóstolos do Vaticano do pop e muito mais.

“Somos mais famosos do que Jesus Cristo”, disse um deles sobre seu grupo, declarando depois que ele próprio era Jesus Cristo – afirmações que posteriormente resultaram em seu assassinato.
“Jesus não deveria ter morrido tão novo”, disse outro, “pois teria sido mais bem-sucedido se tivesse durado mais.”

Quatro morreram aos 27 anos de idade. A maioria teve premonições sobre morrer jovem. “Estarei morto em dois anos”, declarou um deles, sabendo muito bem o que estava dizendo aos 25 anos. “Não tenho certeza se chegarei aos 28″, disse um segundo membro do Clube dos 27. “Nunca vou chegar aos 30″, previu um terceiro.

A morte assombrou a vida da maioria deles desde a infância. A mãe de dois deles faleceu em acidente de automóvel. A mãe de outros dois bebia até cair. Aos 5 anos de idade, um deles viu o pai se afogar. Outro astro insistia em dizer que possuía os “genes do suicídio” porque os membros de sua família haviam tirado a própria vida.

Cada um possuía uma atração fatal. “Vou ser um músico famoso, me matar e me apagar em uma chama de glória!”, exclamou um. Ele deu ao seu grupo o nome de Nirvana, definindo o termo como “a paz absoluta da morte.” Outra estrela, estudante do Livro tibetano dos mortos como muitos dos outros, deu à sua banda o nome Grateful Dead. Outro nomeou seu grupo The Doors, uma porta para o outro mundo, além de descrever sua música como um “convite às forças do mal.” Outra lenda viva, obcecada pelo fantasma do “carma instantâneo”, disse que faria o seguinte quando finalmente encontrasse o mensageiro da Morte: “Irei agarrá-lo pelas bochechas e lhe darei um beijo molhado na boca mofada, porque só há uma forma de partir – encarando o vento e rindo pra caralho!.” Outros demonstravam uma curiosidade irresistível sobre a vida além da morte, como observou o meio-irmão do próprio Rei do Rock: “Era como um devaneio para saber até onde ele poderia chegar – era quase como se ele procurasse a morte -, apenas para ver o que havia do outro lado e depois voltar.”

Embora cada um dos Sete tenha alcançado o auge da fama durante uma breve vida, só foram santificados como imortais após sua autodestruição. O namoro de cada um deles com a morte adquiriu vida própria até assumir proporções mitológicas, tornando-se um tipo de calvário para sua legião de fãs.

“Talvez meu público aprecie mais a minha música se achar que estou me destruindo”, disse a estrela que teve diversas overdoses antes da injeção que finalmente a matou em um quarto de hotel em Los Angeles. Nos dias que se seguiriam, ela deveria gravar a versão final dos vocais de Buried Alive in the Blues para o maior álbum de sua carreira.

“É engraçada a forma como a maioria das pessoas admira a morte”, meditou outro imortal. “[...] você tem de morrer para acharem que você vale alguma coisa.” Todos os Sete, exceto um, tentaram suicídio ou ameaçaram cometê-lo. Todos os Sete tornaram-se viciados. A maioria morreu por excesso de drogas. Se um deles não tivesse morrido baleado, poderia muito bem ter tido o mesmo fim.

“Bicho, estou chapado o tempo todo!”, declarou o poeta que, como a maioria dos outros, foi alertado por seus médicos para que largasse as drogas ou morreria. Antes de sua impressionante estreia no clube Whisky a Go Go em Los Angeles, ele tomou uma dose de lsd dez vezes mais forte do que a normal. Ele adorava citar William Blake: “A estrada dos excessos leva ao palácio da sabedoria.” Seu palácio da sabedoria veio a ser seu mausoléu pichado no cemitério Père Lachaise, em Paris, ao lado dos túmulos de Oscar Wilde, Chopin e Balzac.

Em meio a esse cenário, o grito de liberdade foi dado por uma nova voz política, cultural e artística: a das estrelas do rock. Pioneiros em uma forma de arte criada por jovens para os jovens, os astros cantavam sobre a revolução e o amor. Sua música expressava todo o idealismo, inocência e energia sem limites da juventude, mas, ao mesmo tempo, falava de sua alienação, confusão, seu medo e violência. Nesse sentido, foi o prenúncio das mesmas lutas que nos cercam atualmente.


Estou aprofundando a leitura e podem ter certeza que dividirei com vocês meus comentários sobre a narrativa.

A próxima obra vocês já sabem né? E se o Da Morte ao Mito virasse um livro?



O Livro dos Mortos do Rock

Autor: David Comfort
Editora: Aleph
Páginas: 408
Quanto: R$ 55,00
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

domingo, 19 de junho de 2011

Qual oferta você gostaria de ver no rock?

Nessa onda desenfreada dos sites de compras coletivas na internet, ainda não encontei nenhum site que vendesse artigos de rock em geral, tal como cds, dvds, ingressos, camisas, bonecos, dentre outros, a preços competivos no mercado. A propósito, pouco se vende na web para adeptos do estilo. Muitas empresas são de determinadas cidades e não fazem entregas nacionais e outras, vamos combinar, cobram muito caro por uma simples camiseta.

O que acontece é que alguns festivais monopolizam a venda desses artigos e tenta criar energizadores de suas marca. Os ingressos no Brasil ainda são muito caros e os organizadores de shows aproveitam quando trazem gringos para explorar do fã brasileiro. Por que não incentivar a música nacional e os novos talentos com o peso da mesma publicidade que vende produtos de estética?
 Foto: Mineiros da banda The Hell's Kitchen Project

E você, qual oferta gostaria de ver por aí?

- Rock in Rio com até 80% de desconto. Quem demonstrasse ser fã das atrações de determinado dia do evento, levaria o ingresso bem mais barato. Merecido, não?

- Músicos do Brasil que já tiverem lançado algum álbum pagariam metade do preço em eventos correpondentes ao seu estilo de música. Afinal, apreciar a arte do outro incentiva o nosso desenvolvimento musical.

- Camisetas em troca de discos. Quer comprar camisetas da sua banda favorita com 90% de desconto? Indique-nos uma banda brasileira de talento e leve o prêmio!

Falta caráter criativo e educativo nas ofertas. Por que simplesmente lucrar financeiramente se é possível fazer a diferença na cultura musical desse país?

O que eu ouso afirmar é que há falta de marketeiros no mundo do rock. Ainda acham que essse público não consome o suficiente para sustentar por muito tempo um e-commerce. Na verdade, acredito que esses investidores deveriam ir à um show de rock ou heavy metal pelos menos uma vez na vida, para ver a busca enlouqeucida por ingressos. O que falta para isso acontecer? Será que no planeta do marketing rock só é é lucrativo depois de virar mito? #ficaadúvida.

domingo, 12 de junho de 2011

Apropriação de problemas públicos em videoclipes

Assistindo ao novo clipe do Foo Fighters, onde o cantor/compositor/baterista e ator (porque não?) Dave Grohl encarna um dia de fúria, percebi que tratar de temas cotidianos tem aproximado cada vez mais, os artistas do público.



No video, Dave vive situações cotidianos, como stress no trânsito, assalto em praças públicas e intolerância perante à sociedade.

Obviamente essa não é uma novidade lançada pelo Foo Fighters, que a propósito, já fez outros videoclipes com a mesma temática. Em terras brasileiras, a banda O Rappa é líder em produzir músicas e vídeos com questões sociopolíticas como forma de protesto e demonstração da realidade.

Mesmo ainda não sendo uma questão em alta na discussão midiática, o Pearl Jam aborda o bullying no clipe de Jeremy. O personagem se matou com uma arma de fogo na frente de seus colegas e da professora na sala de aula na Richardson High School (Richardson, Texas). Jeremy era apontado como um ótimo garoto, mas muito solitário. Sofreu bullying por muito tempo.



Quem não se lembra do engraçadíssimo clipe feito pelo Blink 182 para criticar All those Smalls Things, defendidas por cantores e sustentada por escolas norte americanas?



Enfim, dentre tantos outros, podemos destacar os videoclipes como mais uma mídia que é retrato da realidade, com a diferença de que estão dispostos a fazer críticas, sem maquiar as produções. O resultado? A audiência incontável, que encontra na música, apoio para sua indignação.

Fazem bem esses músicos atores!