Esse blog tem por objetivo discutir temas e levantar hipóteses sobre a cobertura da morte de ídolos midiáticos. Aqui serão retratados, principalmente, a morte e a criação dos mitos da música, e a comoção criada pela mídia em virtude deste acontecimento público. Além dos posts, são aceitos artigos relacionados ao tema, bem como sugestões de personalidades.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
16/08/2012 - 35 anos que "Elvis não morreu"
Já se passaram 35 anos sem Elvis Presley, astro que foi considerado o "rei do rock" na década em que se lançou como o revolucionário da música. Hoje é dia de ouvir e relembrar hists como “Love me Tender”, “Jailhouse Rock”, “My Way” e “Always on my Mind”, "Hound Dog”, “Don’t Be Cruel”, “Love me Tender”, “All Shook up”, “Teddy Bear”, “Jailhouse Rock”, “It’s Now Or Never”, “Can´t Help Falling In Love”, “Surrender”, “Crying In The Chapel”, “Mystery Train”, entre vários e vários outros.
Hoje, 16/08/2012, o mundo inteiro presta homenagem ao cantor que faleceu em 16 de agosto de 1977 vítima de um ataque cardíaco fulminante. A data, lembrada com carinho em muitas partes do mundo através de shows, exposições e homenagens, comprovam o quanto o “Rei do Rock” marcou e revolucionou o cenário da música, desde o estilo de cantar até dançar, esbanjando extravagância e ousadia.
Uma polêmica envolvendo o nome de Elvis é a famosa frase “Elvis Não Morreu”, que surgiu devido à repetitiva propaganda feita na TV brasileira, para a divulgação do filme de mesmo nome. Para alguns, essa frase tem um forte apelo comercial e de marketing, entretanto, muitos de seus fãs acreditam plenamente que o músico realmente ainda está vivo, ou, pelo menos, não morreu na data considerada oficial.
Muitos afirmam que o ídolo já foi visto em diferentes localidades e que existiriam várias coincidências em sua suposta morte que comprovariam certa armação. Muitos dos que não acreditam nessa hipótese de Elvis estar vivo dizem que simplesmente é mais uma daquelas teorias conspiratórias.
A frase igualmente tornou-se um jargão bastante difundido e usado pelos fãs de Elvis Presley em alusão a uma lenda urbana de que o cantor não teria de fato morrido e estaria vivendo numa ilha. A expressão também pode significar que Elvis é “imortal” na memória dos fãs.
Fica a nossa homenagem ao eterno Mito da música.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Letur-Lefr – O novo estilo de John Frusciante?
Por Daniel Duque
Acaba de ser lançado para todo mundo, no dia 17/07, o mais novo trabalho do lendário guitarrista John Frusciante: o EP chamado Letur-Lefr. Muitas críticas, porém, já foram ouvidas de fãs do ex-Chili Pepper devida à drástica mudança no estilo musical de suas novas músicas. Já não se ouvem mais as guitarras empolgantes, tão marcantes no som de John. O que há de novo, então, em seu novo gênero?
Desde a divulgação pré-lançamento de sua nova obra, Frusciante afirma que seu novo estilo seria “Sinth Pop Progressivo”, embora o mesmo afirme que não tem nada a ver com seu som, apesar de ter sido sua abordagem. A partir do momento em que a pré-venda foi disponível, centenas de milhares de fãs por todo o mundo puderam garantir uma cópia para si e desfrutaram do lançamento prévio de uma das músicas do EP, “Glowe”, instrumental, curta e rica em percussão e belos teclados ao final.
Ao ser lançado, porém, poucos foram os que entenderam o novo som de John Frusciante. Afinal, o Letur-Lefr está lotado de sintetizadores, hip-hop e efeitos sonoros. Somente na primeira e na última música os vocais de John são predominantes. Ele mesmo explica em seu site: “Depois de um ano ou mais no computador, ocasionalmente comecei a usar minha voz novamente. Antes disso, incorporar guitarra e vocal parecia um problema, pois eu queria fazer música baseado nas regras, como as entendi - inerente a vários estilos de música eletrônica que eu adorava - e não queria misturar isso com o que eu previamente fazia com composição e guitarra, sendo que regras do pop/rock seriam naturalmente envolvidas.”
Quando analisado, porém, sem preconceitos, Letur-Lefr se mostra uma bela obra. Afinal, os fãs devem atribuir um som característico a seu ídolo? Até que ponto as expectativas podem limitar a criatividade? John afirma já não se importar com o que outros esperam dele e, com isso, libertou-se de qualquer amarra que pudesse impor à sua criatividade.
Com muitas quebras de ritmo, texturas musicais complexas e participações inesperadas, o EP se mostra quase como um trabalho simétrico. A primeira e última música, “In my eyes” e “In my light” respectivamente, são análogas em relação à forte presença dos vocais de John. Já a segunda e a penúltima “909 days” e “FM” contam com rappers sobre as belas músicas. Para tudo conectar-se, “Glowe” é a faixa do meio, sem vocais, mas com bonitos ritmos e um bom trabalho na percussão.
Apesar, então, da drástica mudança em seu estilo, John Frusciante continua mostrando maestria e preocupação com sua obra, aproximando cada vez mais sua música de uma utópica pureza artística. Desde sua saída do Red Hot Chili Peppers, vem se mostrando livre criativamente para surpreender, inovar e melhorar, sempre.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Criador do Deep Purple, Jon Lord, morre aos 71 anos
O mundo da música acaba de perder mais um grande ídolo. O mito da vez é Jon Lord, cofundador do Deep Purple. O músico morreu na manhã desta segunda-feira, aos 71 anos, devido a uma embolia pulmonar. O tecladista da banda inglesa estava internado em um hospital em Londres, em tratamento contra um câncer no pâncreas. Lord é um dos autores do sucesso "Smoke on the water", de 1973 e também fez parte do Whitesnake.
Segundo o site oficial do artista, Lord estava acompanhado pela família no momento de sua morte. O músico, que deixou o Deep Purple em 2002, revelou sofrer de câncer em agosto do ano passado. "Gostaria que meus amigos, seguidores e fãs soubessem que estou lutando contra o câncer e, por isso, farei uma parada em minha carreira enquanto faço o tratamento para buscar a cura", disse o músico, na época.
Lord começou a carreira em grupos de jazz e rhythm & blues e tocou em várias bandas britânicas até formar o Deep Purple, em 1968, ao lado de Chris Curtis. Entre turnês e gravações de sua função mais famosa, o músico trabalhava sua carreira solo. Lord deixa mulher e duas filhas
Com informações de O Globo
Segundo o site oficial do artista, Lord estava acompanhado pela família no momento de sua morte. O músico, que deixou o Deep Purple em 2002, revelou sofrer de câncer em agosto do ano passado. "Gostaria que meus amigos, seguidores e fãs soubessem que estou lutando contra o câncer e, por isso, farei uma parada em minha carreira enquanto faço o tratamento para buscar a cura", disse o músico, na época.
Lord começou a carreira em grupos de jazz e rhythm & blues e tocou em várias bandas britânicas até formar o Deep Purple, em 1968, ao lado de Chris Curtis. Entre turnês e gravações de sua função mais famosa, o músico trabalhava sua carreira solo. Lord deixa mulher e duas filhas
Com informações de O Globo
segunda-feira, 9 de julho de 2012
No dia mundial do rock, nossa homenagem é aos mitos da música
13 de julho.Na mesma data do ano de 1985 Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou aquele que ficou conhecido como o maior show de rock do mundo, o Live Aid - uma perfeita combinação de artistas lendários da história da pop music e do rock mundial.
Os shows traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta, em cerca de 140 países. Ao contrário do festival Woodstock (tanto o 1 como o 2), o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e as mentes das pessoas, mas também os corações.
Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, que era a tentativa nobre de conseguir fundos para que a miséria e a fome na África pudessem ser pelo menos minimizadas. O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares. Dois shows foram realizados, sendo um no lendário Wembley Stadium de Londres (Inglaterra) e outro no não menos lendário JFK Stadium na Filadélfia (EUA).
E desde então, os roqueiros tem um motivo a mais para comemorar essa data lendária.
Nossa homenagem não poderia ser diferente, senão, prestar reconhecimento àqueles que fizeram a diferença no mundo da música, mas que morreram e deixaram um legado enorme para os posteriores.
Kurt Cobain
Layne Staley
Ian Curtis
Peter Steele
John Lennon
Clube dos 27
Feliz rock n'roll a todos!
Os shows traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta, em cerca de 140 países. Ao contrário do festival Woodstock (tanto o 1 como o 2), o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e as mentes das pessoas, mas também os corações.
Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, que era a tentativa nobre de conseguir fundos para que a miséria e a fome na África pudessem ser pelo menos minimizadas. O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares. Dois shows foram realizados, sendo um no lendário Wembley Stadium de Londres (Inglaterra) e outro no não menos lendário JFK Stadium na Filadélfia (EUA).
E desde então, os roqueiros tem um motivo a mais para comemorar essa data lendária.
Nossa homenagem não poderia ser diferente, senão, prestar reconhecimento àqueles que fizeram a diferença no mundo da música, mas que morreram e deixaram um legado enorme para os posteriores.
Kurt Cobain
Layne Staley
Ian Curtis
Peter Steele
John Lennon
Clube dos 27
Feliz rock n'roll a todos!
terça-feira, 12 de junho de 2012
Os casais mais pops do rock
Dia dos namorados é de praxe. Falar da união e celebrar o amor é regra indispensável. Por isso, o Da Morte ao Mito traz a lista dos casais mais famosos do rock.
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| Nancy Spungen & Sid Vicious |
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| Courtney Love & Kurt Cobain |
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| John Lennon & Yoko Ono |
| Johnny Cash & June Carter |
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| Lou Reed & Nico |
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| Lux Interior & Ivy Rorschach |
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| Paul & Linda McCartney |
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| Pattie Boyd & George Harrison |
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| Eric Clapton & Pattie Boyd |
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| Stephanie Seymour & Axl Rose |
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| Ozzy & Sharon |
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| Amy Lee & Shaun Morgan |
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| Gene Simmons & Cher |
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| Mick Jagger e Marianne Faithfull |
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| Jim Morrison e Pamela Courson |
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| Carmen Electra & Dave Navarro |
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| Bob Dylan & Joan Baez |
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| David & Angela Bowie |
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| Josh Homme & Brody Dalle |
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| Anita Pallenberg & Keith Richards |
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| Travis Barker & Paris Hilton |
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| Fabrizio Moretti (The Strokes) & Drew Barrymore |
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| Elvis Presley & Linda Thompson |
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| Elvis presley & Priscilla Presley |
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| Bebe Buell & Steven Tyler |
segunda-feira, 11 de junho de 2012
#cinema - 5 lançamentos com o tema rock n' roll
A 4º edição do Festival Internacional de Documentários, o In-Edit acabou no último domingo (10) e trouxe várias opções de filmes rock'n'roll. Veja cinco exemplos que quem passou por lá, pode conferir:
"The Libertines: There Are No Innocent Bystanders"
Depois de anos de excessos, brigas e prisões, a banda The Libertines voltou a se reunir em 2010. Foi um processo de autodestruição, autoconhecimento e egocentrismos que culminou no reencontro entre Pete Doherty e Carl Barât.
"The Punk Rock Movie"
O diretor Don Letts registrou o ano dourado do punk em Londres. Com duas câmeras super 8 ele filmou os primeiros passos das bandas The Clash, Sex Pistols, Generation X, The Slits, Siouxsie and the Banshees, X-Ray Spex, Johnny Thunders and The Heartbreakers e outros que se revezam frente a câmera dentro e fora do palco.
"The Sacred Triangle"
Nos início da década de 1970, David Bowie, Iggy Pop e Lou Reed tinham uma estreita relação. Entre viagens, gravações e parcerias, os três se influenciaram mutuamente em seus respectivos trabalhos. Era o tempo de "Ziggy Stardust", "Transformer" e "Raw Power", pontos culminantes nas carreiras de todos eles.
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| Divulgação - Cena de "The Sacred Triangle" - Fonte: Guia Folha |
"Rock'n'roll Exposed: The Photography of Bob Gruen"
Bob Gruen fez muitas das fotos mais emblemáticas da música pop. Fotógrafo, captou momentos que entraram para história. Elvis Presley, John Lennon, Tina Turner, Ramones, Sex Pistols, The Clash, Madonna, Led Zeppelin e uma infinidade de grandes nomes já posaram para ele ou tiveram seus momentos de distração roubados.
"Produced by George Martin"
George Martin já era um produtor consagrado quando foi apresentado a quatro garotos de Liverpool em 1962. Depois do seu trabalho com The Beatles, não lhe bastou o dinheiro nem a fama para parar de trabalhar, George Martin gosta mesmo é de produzir música.
#ficaadica para quem não esteve no evento e procura boas indicações de filme sobre o tema.
domingo, 3 de junho de 2012
Móveis Coloniais de Acaju: a nova cara da música brasileira
Por Daniel Duque
Quando se pensa em música brasiliense, logo se pensa nos grandes nomes do rock nacional dos anos 80: Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, entre tantos outros. Uma nova banda, porém, assume hoje cada vez maiores posições de destaque na música alternativa brasileira e é visto por muitos como uma das maiores bandas nacionais atualmente: os Móveis Coloniais de Acaju.
Com um estilo musical variado, instrumentos de sopro, guitarras à la Jimi Hendrix, letras inteligentes e um nome divertido, os Móveis (como já são chamados pelos fãs) quebram a cabeça de muitos críticos que tentam definir seu som. Tendo tido sua primeira formação em 1998, demoraram três anos para lançarem seu primeiro EP, gravado de forma independente e que possui o mesmo nome da banda. Mesmo sem aplacar grandes vendas, nem ter nenhum hit, as músicas lançadas lhe renderam boas críticas e o colocaram de primeira no cenário musical.
O sucesso nacional, porém, foi alcançado apenas em 2005, com o álbum ‘Idem’, com a gravadora Tratore. Tendo vendido mais de duas mil cópias apenas na primeira semana, a banda aplacou nesse ano dois grandes hits: ‘Seria um Rolex?’, que se tornaria o primeiro single da banda no ano seguinte, e o hino da banda até hoje, ‘Copacabana’.
Com as boas críticas e ótimas vendas do álbum, os Móveis partiram em uma cruzada de shows por todo o Brasil, realizando verdadeiros espetáculos para o público, com a banda muitas vezes se juntando à platéia, cantando, dançando e pulando junto com os seus fãs, que aguardavam sempre ansiosos pela música ‘Copacabana’, que era sempre cantada em coro, com direito a muitos gritos e choros juntos às cantorias.
Quatro anos se passam e, em 2009, a banda resolve inovar novamente e lança um álbum virtual, que até hoje foi sucesso completo de críticas e público: o ‘C_mpl_te’. Com músicas mais comerciais e melodias agradáveis, o cd rendeu à banda renome nacional e internacional, com uma turnê européia e uma longa turnê brasileira. Lançaram também dois singles de enorme repercussão: ‘Falso Retrato (U-Hu)’ e ‘Tempo’, cujo sucesso compete com ‘Copacabana’.
A banda hoje desfruta de shows catárticos e fãs nunca satisfeitos com a frequência com que os vêem. Com dois anos de turnê, lançaram um clipe de dia dos namorados em 2011, juntos a Leoni, chamado ‘Dois Sorrisos’, que passou sem muito alarde no meio musical. Menos de um ano passa e a banda acaba de lançar seu mais novo single: ‘Vejo em Teu Olhar’, disponível no Youtube desde 29 de maio desse ano.
Os Móveis Coloniais de Acaju já mostraram seu peso e relevância no cenário alternativo brasileiro. Hoje já despontam as maiores vendas, os maiores fãs e os maiores shows das bandas de rock nacional atuais. Se a banda vai aplacar um disputadíssimo lugar das maiores bandas brasileiras de todos os tempos, deixando assim, sua marca na história da musical nacional, porém, só o Tempo poderá dizer.
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