A imprensa internacional divulgou hoje, a (tardia) morte da polêmica cantora Amy Winehouse, conhecida por sua voz marcante e por escândalos envolvendo abuso de álcool e drogas. A causa da morte ainda é desconhecida, embora todos suspeitem de overdose.
Querendo ou não, o fato é que a "musa" depois de muito "tentar se estragar" deixou de ser ídolo para tornar-se mito, coincidentemente aos 27 anos, como vários outros ícones da música.
Um dos seus principais hits, "Rehab", falava sobre suas constantes idas às clínicas de reabilitação. A faixa está no álbum "Back to black", de 2006, último lançado pela cantora. Rumores sobre um próximo álbum circulavam há tempos, mas uma das poucas gravações oficiais de Amy a ver a luz no período foi um cover de "It's my party", incluída em um disco do produtor Quincy Jones, lançado no ano passado.
A pergunta que não cala é: o que faz esses artistas tão badalados pela imprensa serem alvos do carma dos 27?
O fato é que se antes de morrer Winehouse já era um mito desejado pela imprensa, agora que conseguiram o grande "furo", os fãs já podem preparar o bolso para os inúmeros livros, filmes, especiais e lançamentos da agora "coitadinha" Amy, a mesma massacrada pelos meios de comunicação dias antes.
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Esse blog tem por objetivo discutir temas e levantar hipóteses sobre a cobertura da morte de ídolos midiáticos. Aqui serão retratados, principalmente, a morte e a criação dos mitos da música, e a comoção criada pela mídia em virtude deste acontecimento público. Além dos posts, são aceitos artigos relacionados ao tema, bem como sugestões de personalidades.
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sábado, 23 de julho de 2011
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